ENSINO DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL NA FORMAÇÃO DE ENGENHEIROS NO BRASIL: um mapeamento de narrativas históricas
DOI:
10.62246/HISTEMAT.2447-6447.2025.11.767Palavras-chave:
Cálculo Diferencial e Integral, Escola Politécnica do Rio de Janeiro, Escola Politécnica de São Paulo, Mapeamento.Resumo
O objetivo deste trabalho foi compreender o que investigou-se sobre o ensino de Cálculo Diferencial e Integral em escolas de engenharia brasileiras na virada do século XIX para o século XX. Tal recorte temporal é significativo por marcar o momento da separação entre a formação do engenheiro e a formação militar. Para alcançar esse objetivo, realizamos um mapeamento (Garnica, 2013) a partir de narrativas de histórias do ensino de Cálculo Diferencial e Integral, apresentadas em três publicações localizadas por meio de buscas no Catálogo de Teses e Dissertações e no Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e, também, no google acadêmico. A partir da análise realizada, inferimos que o ensino de Cálculo Diferencial e Integral foi desenvolvido de forma bastante similar na Escola Politécnica do Rio de Janeiro e na Escola Politécnica de São Paulo, em especial, a fundamentação dos cursos a partir da concepção de Leibniz ou método infinitesimal, concepção de Newton ou método dos limites e concepção de Lagrange ou método das derivadas. Ainda consideramos que na Escola Politécnica do Rio de Janeiro houve forte influência do positivismo.
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