POLÍTICAS DE MEMÓRIA ESCOLAR: notas sobre o caso argentino

Autores

DOI:

10.62246/HISTEMAT.2447-6447.2026.12.775

Palavras-chave:

Políticas de Memória Educativa, Arquivos Escolares, Argentina, História da Educação Matemática

Resumo

Mobilizado por inquietações quanto às políticas públicas de preservação do nosso patrimônio cultural brasileiro, particularmente da memória educacional, busquei conhecer mais de perto a experiência argentina relativa às políticas de memória e de acervo escolar. Como resultado dessa aproximação, discuto como as políticas praticadas nesse país vizinho atribuem importância a esses vestígios para preservação da memória escolar e para a valorização da diversidade sociocultural das comunidades ligadas às instituições escolares. Em contraponto, teço considerações sobre nossas políticas de memória educacional brasileiras que estimulam o descarte de documentos relacionados às práticas de ensino após um curto intervalo de tempo, repercutindo negativamente para a cultura escolar e para as pesquisas que utilizam documentos escolares como fonte.

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Biografia do Autor

Diogo Franco Rios, Universidade Federal da Bahia

Departamento de Matemática, Instituto de Matemática e Estatística. 

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Publicado

2026-07-01

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Como Citar

RIOS, Diogo Franco. POLÍTICAS DE MEMÓRIA ESCOLAR: notas sobre o caso argentino. Revista de História da Educação Matemática, São Paulo, v. 12, p. 1–20, 2026. DOI: 10.62246/HISTEMAT.2447-6447.2026.12.775. Disponível em: https://histemat.com.br/index.php/HISTEMAT/article/view/775. Acesso em: 26 set. 2026.

Edição

Seção

Dossiê “GT 15 – IX SIPEM”

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